O impacto das mortes trouxe à tona a discussão sobre as condições de trabalho dos jornalistas, que frequentemente enfrentam longas jornadas e exigências que podem colocar suas vidas em risco. “Profissionais responsáveis pela captação de imagens jornalísticas vêm sendo sobrecarregados com tarefas que não lhes cabem, como a condução de veículos, o que amplia significativamente os riscos”, destaca a nota emitida pelas entidades. Alice Ribeiro, na ocasião de seu falecimento, deixava um bebê de apenas 9 meses.
A Fenaj e o SJPMG pedem responsabilização do Ministério Público do Trabalho (MPT) para investigar as condições laborais nas empresas de comunicação e exigem medidas efetivas para garantir ambientes de trabalho seguros e adequados. “A defesa do jornalismo passa, necessariamente, pela valorização e proteção de quem o exerce”, conclui o comunicado. A Band, até o momento, não se manifestou sobre o ocorrido.