Justiça
13h40 11 Março 2026
Atualizada em 11/03/2026 às 13h40

Justiça envia caso de PM baleada na cabeça para vara de feminicídio

Por Redação TV KZ Fonte: Agência Brasil

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) designou o inquérito referente à morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. Essa unidade é especializada no julgamento de crimes dolosos contra a vida, como homicídios e feminicídios. Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio.

Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento onde residia com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que reportou o incidente às autoridades como suicídio. No entanto, a avaliação foi posteriormente alterada para morte suspeita.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a investigação está em andamento e o tipo de crime pode ser modificado conforme a validação das evidências. A Polícia Civil já coletou depoimentos e espera laudos complementares para dar continuidade às apurações, assegurando que o caso está sob rigoroso sigilo e monitoramento da Corregedoria da Polícia Militar.

Laudo necroscópico

O laudo necroscópico feito pelo Instituto Médico Legal (IML) após a exumação do corpo de Gisele apontou lesões contundentes na face e na região cervical, que indicam resistência e luta. Este laudo foi emitido no último sábado (7), um dia após a exumação da vítima.

Na primeira avaliação necroscópica, realizada no dia 19 de fevereiro, já foram identificadas lesões na face e no pescoço.

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