O ministro da Saúde Alexandre Padilha disse que o "apagão" que se vivia na saúde do Rio de Janeiro era de responsabilidade de pessoas com sobrenome "Bolsonaro".
Segundo o ministro, a imprensa informava uma situação em que um grupo "mandava no funcionamento", e que a saúde vivia um cenário de "força de trabalho insuficiente, contratos fraudados, leitos bloqueados e superlotação".
"Chegava a ter situação, presidente, e estão aqui vários trabalhadores do hospital Cardoso Fontes testemunhas disso, que trabalhadores desse hospital tinham que pagar pedágio para a milícia que dominava o estacionamento aqui do Cardoso Fontes pra poder trabalhar e atuar", afirmou o ministro em cerimônia de inauguração do novo Centro de Emergência 24h para crianças e adultos do Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.
Padilha afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, presente no evento, tomou uma decisão corajosa para enfrentar pela primeira vez um grande plano de estruturação dos hospitais federais do Rio de Janeiro.